José Avelange Oliveira Mota, graduado em Letras com Habilitação em Língua Inglesa, pela Universidade Estadual da Bahia. Possui formação em Teologia, pela Escola Superior de Teologia e Espiritualidade Franciscana, em Psicologia Social e Administração Pública, pela Escola Superior Aberta do Brasil. Atualmente, dedica-se à criação da Fraternidade Sal & Luz cujo nome faz referência à mensagem de Jesus Cristo para que as pessoas de fé ajudem a transformar o mundo, conferindo sabor e iluminação às relações sociais hoje degradadas pelo individualismo e pela falta de fé comprometida.
Riachão do Jacuípe-BA
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Publicado em 19/08/2010 às 13:22
O funcionamento efetivo dos Conselhos Municipais requer maturidade da gestão pública e dos cidadãos participantes, no sentido de superar certa visão competitiva, no interior destes órgãos compostos de forma plural e paritária. Em geral, o poder público demonstra limites e reservas, em se tratando de apresentar todas as informações necessárias à livre atuação dos conselheiros, mas pode ocorrer também de os representantes da sociedade civil se motivarem apenas por questões de desconfiança em relação aos gestores. Nenhuma destas posturas é aconselhável, porque dificilmente contribuirão para o desenvolvimento local. Os ambientes ficam meio desagradáveis e as pessoas não produzem tanto quanto poderiam.
Publicado em 06/08/2010 às 09:26
No primeiro semestre de 2010, a Sala de Leitura emprestou 62 livros, cerca de 10 livros por mês, inclusive para leitores provenientes dos povoados – uma estatística a ser comemorada, levando-se em conta que apenas 35% dos brasileiros afirmam dedicar seu tempo livre à leitura.
Publicado em 03/08/2010 às 22:49
Entre os estados mentais identificados pela terapia floral, encontra-se aquele em que as pessoas têm forte sensação de inferioridade, desconfiam de si mesmas, não valorizam as próprias capacidades, ficam observando o êxito dos outros, paradas, achando-se incapazes.
Publicado em 11/07/2010 às 14:12
Riachão do Jacuípe é um município bem localizado, possui uma identidade cultural amplamente reconhecida, nomes expressivos no meio jurídico, jornalístico e artístico, quase todos conhecidos bem além de nossas divisas. Somos um povo criativo e batalhador.
Publicado em 29/06/2010 às 23:30
É comum, durante as noites da existência, pensarmos que nossas adversidades são únicas e que, portanto, melhor é apresentar sempre uma fachada de muitos sorrisos, bem ao gosto do mercado de capitais em que tudo se transformou. Os sistemas nos impelem a isso, mas se pudéssemos ver, além da sagacidade e do bom humor que muitas pessoas apresentam, então descobriríamos que, em matéria de problemas, por mais complicados que sejam, não estamos sós, e isso serve para criar coragem nas almas mais fatigadas, afinal se alguém consegue lidar com situações complexas, outros e outras também conseguirão achar caminhos. Cada ser humano é tão único e tão semelhante, ao mesmo tempo, que somente as boas amizades poderão libertá-lo de suas profundas inquietações.
Publicado em 24/05/2010 às 22:32
A televisão brasileira e o cinema norte-americano quase conseguem fechar os olhos do povo para iniciativas artísticas locais e, conseqüentemente, para o próprio povo, já que onde a população não se vê refletida, não é possível examinar suas próprias práticas. Essa situação pode estar chegando ao fim, em nossa cidade, com a implantação de uma oficina de cinema ministrada por profissionais de nível superior e artistas regionais. Antes de detalhar a novidade, entretanto, é justo conhecer os passos anteriores que nos trouxeram até a idéia da oficina.
Publicado em 25/04/2010 às 10:48
Alguns dos maiores jornais brasileiros divulgaram recentemente dados que dão conta da destruição da caatinga: 45% de área devastada, entre 2002 e 2008. Dizem que é algo equivalente a duas vezes a extensão da cidade de São Paulo, consumida a cada ano. No topo da lista dos estados devastadores está a Bahia, com 4.527 Km de área devastada.
Publicado em 04/04/2010 às 11:40
Foi muito significativa a vinda de Luiz Bassuma com “Os Pacifistas” para Riachão do Jacuípe, porque o espetáculo deixa-nos além da mensagem principal a que se propõe, uma outra, igualmente importante: Nosso povo gosta de arte de qualidade e estava lá para ver, admirar e aplaudir. Assim o fez.
Publicado em 10/03/2010 às 11:30
Somos uma sociedade de maioria cristã, seja qual for a denominação religiosa onde congregamos, ou mesmo que muitos de nós não tenhamos religião nenhuma, todos hão de convir que somos um povo de muita fé.
Publicado em 12/02/2010 às 23:51
Vale Cultura: Como vamos gastar? Num país em que 53% dos municípios não têm instituição pública de cultura, Riachão do Jacuípe não é exceção.
Publicado em 11/12/2009 às 11:17
Quem de nós já não gastou algum tempo pensando como nossa cidade poderia ser melhor? Encontro pessoas que falam com brilho nos olhos de iniciativas fantásticas que viram pela televisão. Fantásticas e também possíveis, mas aparentam não dar certo somente em nosso chão. Por que será?
Publicado em 09/10/2009 às 14:35
Não há tempo melhor para se fazer parte de uma agremiação de qualquer natureza do que quando a gente pensa que essa agremiação é perfeita, ou pelo menos quase perfeita. É uma euforia só. Nesse caso, não há o que questionar. A instituição está nos dando o abrigo que queremos ter.
Publicado em 10/09/2009 às 22:33
Violência e descuido no trânsito estão trazendo muita dor aos jacuipenses e está claro que isso tudo é reflexo de um descuido ainda maior, característico do tempo presente em que as pessoas preferem ignorar que são mortais e todos encaram a finitude humana como algo inaceitável, em vez de se empenhar por condições mais seguras de vida sociedade.
Publicado em 26/08/2009 às 00:55
Diz o poeta Ferreira Gullar que a vida de quem não lê poesia “é menos” e eu concordo. Poesia é algo de que ninguém pode se quixar dizendo que não teve acesso. É verdade que há muita poesia nos livros e livro é coisa cara. Ocorre que os livros são apenas os lugares em que os poemas às vezes se escondem.
Publicado em 28/06/2009 às 20:31
Uma cidade, para atrair atenção e investimentos, necessita muito mais do que atração turística. É preciso construir diferenciais que, se possível, até apareçam na mídia estadual ou nacional. Com isso, de repente a cidade torna-se uma referência e todos querem conhecê-la. Quais são hoje os referenciais de Riachão do Jacuípe?
Publicado em 19/06/2009 às 00:30
Gosto de comunicar tudo aquilo que, de alguma forma, me impressiona. Desse gosto muitas vezes resulta nos outros certa impressão de que busco aplausos. Não nego o caráter artístico de minhas produções textuais ou não, e seria estranho que um artista não ansiasse pelo reconhecimento, mas asseguro que o me move a comunicar é mais a alegria de partilhar impressões sobre a vida e as convivências do que o mero e tolo desejo de fama. Faço esta advertência antes do que tenho agora a comunicar para assim, quem sabe, merecer a atenção inteira de todos os que pretendo alcançar.
Publicado em 14/06/2009 às 11:01
Com o tempo, a gente vai percebendo que muitas coisas, numa cidade como a nossa, dificilmente seriam diferentes: a pouca participação popular, os agentes públicos que levam vantagens, as negociatas políticas, enfim. Tudo resulta de um processo histórico-cultural que não iria desaparecer de repente, apenas porque alguns cidadãos passaram a propor ética pública, transparência... Palavras que devem soar estranhas para a maioria da população. Perceber isso não significa acostumar-se com o fato, mas dar-lhe um novo tratamento. Precisamos desenvolver estratégias inovadoras de combate à corrupção pública e privada. A sociedade jacuipense está corrompida e mais uma vez não adianta atacar as conseqüências sem examinar as causas do problema.
Publicado em 12/05/2009 às 09:55
O assunto religião sempre me despertou grande interesse e o fato de existirem diferentes formas de viver a fé, mais ainda. Gosto de conhecer culturas, compreendê-las minimamente e para isso nem sempre é preciso ir muito longe. O que somos nós em nossa região, se não o resultado de uma grande mistura de raças e crenças, como eram aliás os povos da região em que Cristo viveu?
Publicado em 03/05/2009 às 22:51
Como todo mundo anda repetindo por aí, “os tempos mudaram” e já não é possível formar jovens cidadãos virtuosos da mesma forma que se fazia antigamente. Todos estão mais atentos à linguagem sedutora da pós-modernidade, da ultramodernidade, do que aos antigos chavões. Diante disso, pergunta-se: Quais são os espaços que temos, capazes de conduzir nossa juventude a uma conduta ética frente à vida em sociedade e para consigo mesma? Nossas escolas por si sós dão conta do recado? Nossos grupos de jovens cristãos já não andam mais lotados. Por quê?
Publicado em 25/04/2009 às 01:26
Precisamos discutir publicamente, o quanto antes, esta cidade onde vivemos, onde sobrevivemos... E, se falo cidade, é claro que me refiro ao município inteiro, mas a sede é o centro das decisões e nós precisamos achar um jeito pelo qual os assuntos de interesse do povo sejam abertamente discutidos, exaustivamente examinados.
Publicado em 30/03/2009 às 16:16
Nada mais decepcionante do que perceber que a nova geração, por mais que revolucione em estilo e em hábitos, saiu simplesmente tradicional e interesseira, tal e qual a geração dos velhos coronéis. Como diz a canção Travessuras, de Oswaldo Montenegro, “nossa geração não quer sonhar...”
Publicado em 05/03/2009 às 13:06
Na última quinta-feira, o governador Jacques Wagner esteve em Serrinha, onde entregou matrizes de animais para pequenos produtores e assumiu compromissos com os representantes da agricultura familiar. Lá estávamos eu, o vereador José Nivaldo, Mara, que é assessora da deputada Neusa Cadore, e outros companheiros. Aproveitei a ocasião para cobrar do secretário de relações institucionais do Estado algo que, para Riachão do Jacuípe, me parece fundamental.
Publicado em 06/02/2009 às 17:07
Estive na Pro-reitoria de Extensão da UEFS, ano passado, para propor uma parceria em vista da oferta de um curso de extensão na área de fitoterapia, em nosso município. O trabalho com plantas medicinais fascina até mesmo quem não é estudioso da área, mas não se deve acreditar que as propriedades curativas de algumas ervas podem ser utilizadas de qualquer maneira, daí a importância do curso.
Publicado em 21/01/2009 às 17:28
Aos pés da Serra da Miaba, no agreste de Sergipe, existe um povoado chamado Limoeiro, ao lado de tantas outras povoações do município de Campo do Brito, onde sobressaem a cultura da mandioca e a hospitalidade de pessoas simples que receberam, entre os dias 8 e 18 deste mês, alguns jacuipenses decididos a servir à Missão Vocacional de iniciativa dos religiosos vocacionistas do Brasil. Estive lá nesse período e presenciei realidades e situações que merecem ser partilhadas.
Publicado em 26/12/2008 às 23:39
É interessante acompanhar pela mídia os gestos românticos de caridade, em épocas especiais. São empresários convertidos em Papai Noel, pobres que ajudam outros pobres, distribuindo presentes às crianças da periferia.
Publicado em 17/12/2008 às 01:02
Ninguém pode oferecer aquilo que não lhe é dado. Quem não aprendeu direito a cidadania, como poderia governar bem uma cidade? Isso justifica a mediocridade política que predomina neste município. Gestores que nunca receberam noções de democracia participativa seguem equilibrando-se entre a ambição de construir carreira pessoal e a mera manutenção da administração pública. Tudo indica ainda que, na maioria das vezes, pesa mais o interesse pela carreira do que o interesse público, propriamente.
Publicado em 04/12/2008 às 13:11
Sei também que tudo passa pela permissão de Deus. Os cristãos precisam entender que a morte daqueles a quem Deus quer é um salto para o colo do pai. Nisso, reconforto-me com minha família e espero que esta cidade aprenda a olhar as coisas com mais profundidade, em vez de se encantar com fogos e festas, apenas.
Publicado em 19/11/2008 às 01:01
Quem lê estas crônicas que escrevo sobre a cidade pode pensar que as coisas por aqui estejam piores do que realmente são. Conheço muitas informações indesejáveis sobre o município, mas é importante hoje observar que nem tudo está perdido, neste pedaço de chão, Ria-chão.
Publicado em 07/11/2008 às 10:04
O jacuipense em geral tem dificuldade para viver dignamente, diante do desemprego e da baixa produtividade de seus empreendimentos, quando existem. Dessa forma, as pessoas contam com um certo "jeitinho" para poder ir tocando a vida, aqui mesmo, perto dos amigos e da família. Os mais ousados, vão à procura do pão lá fora. Não esperam por ninguém.
Publicado em 23/10/2008 às 13:07
As especulações tomaram conta da cidade. Surgiu de repente a noção de que o gestor será cassado. Param-me, perguntam-me. Eu sinceramente não sei. Todos pensam que sou eu um dos mentores da possível cassação. Eu prefiro que os fatos se desenrolem por si mesmos. O que sei é que há razões suficientes para cassação. O que eu não sei é como os desembargadores vão agir diante desses fatos. Não fico com os que dizem que "não vai dar nada" nem alimento a sede de revanche dos que acreditam no "já cassou".
Publicado em 19/10/2008 às 23:24
Caro Prefeito, recomendo-lhe a leitura das informações que seguem, pois sei quanto elas servirão ao senhor e aos seus correligionários, neste momento. Desejo-lhe boa reflexão e boa sorte.
Publicado em 20/05/2008 às 02:27
Encontro pessoas que dizem que a oposição ao governo Laurinho é exagerada porque "os outros" fizeram a mesma coisa ou pior. Temos uma sociedade que aceita tranqüilamente a improbidade na administração pública, desde que o gestor mantenha a cidade razoavelmente limpa e os salários razoavelmente pagos. É o que acontece e não adianta denunciar, esbravejar, informar. Há uma boa quantidade de gente boa que pensa assim e ponto final. São pessoas que antes gostavam muito de mim e hoje tecem críticas amargas. Mas, eu as compreendo.
Publicado em 28/04/2008 às 14:24
Somos humanos, por natureza contraditórios e propensos ao erro. Todos nós. Daí por que a capacidade de perdoar é uma qualidade imprescindível nos dias atuais, quando me parece que se tornou mais fácil errar. Vivemos todos assediados por possibilidades que não são sempre aproveitáveis.
Publicado em 19/04/2008 às 19:17
As pessoas, em Riachão, assim como em outros lugares, não estão muito a fim de entrar em discussão política. Elas querem é se divertir. Foi precisamente o que aconteceu na festa de abertura antecipada do São João. Uma pequena multidão que queria aliviar as tensões do dia a dia, aproveitar a festa gratuita e ser feliz.
Publicado em 16/04/2008 às 18:47
Na próxima sexta-feira, a Prefeitura vai oferecer ao povo show do grupo musical Saia Rodada. A atração, a título de abertura do São João, vem sendo anunciada através dos carros de som com bastante ênfase ao trecho de uma música que diz: "Beber, cair e levantar".
Publicado em 06/03/2008 às 21:38
O povo jacuipense merece uma gestão pública mais eficiente e mais transparente. Essa é uma conquista que se faz por duas formas essenciais. Antes de tudo, é preciso formar consciências. Não é coisa que se consiga de uma hora para outra, mas, ainda há tempo. Depois, é fundamental que se coloque em apreciação um projeto político sadio, descontaminado.
Publicado em 05/02/2008 às 02:45
Este deve ser o ano da sorte da sociedade jacuipense. Para isso, é preciso que existam duas coisas. Primeiro, uma alternativa política digna de confiança e depois um avanço de consciência do povo para votar corretamente. Sem isto, a sorte pode ser mal aproveitada.
Publicado em 12/01/2008 às 13:45
Este ano, os jacuipenses que ainda se interessam em votar em alguém (diga-se de passagem que são cada vez menos) têm uma tarefa que podem começar a exercitar desde agora. Trata-se de identificar e excluir de suas intenções de voto pessoas ambiciosas, do ponto de vista individual.
Publicado em 21/12/2007 às 00:39
Riachão do Jacuípe necessita urgentemente aprender o caminho da política sem mágoas e sem interesses particulares. São estas as duas pragas que atingem o município. Às vezes, as situações me exigem certa dureza e eu emito opiniões rígidas sobre pessoas e fatos que contrariam a essência do fazer político, mas, procuro não guardar rancores e sim alertar para a possibilidade de se perpetuar nesta terra um estilo de administração pública completamente avesso àquilo que deve ser um autêntico governo democrático.
Publicado em 14/11/2007 às 14:03
A corrida eleitoral em Riachão do Jacuípe já começou. As pessoas pedem-me que escreva mais sobre meus projetos e têm razão. Eu falarei de projetos também, mas, não há como fugir do tema da política. Afinal, sem um projeto político coerente não há projeto de vereador que se sustente nem produza os efeitos devidos.
Publicado em 01/11/2007 às 15:10
Vejo que está surgindo, ou sempre existiu, a classe jacuipense dos que não se envolvem. São pessoas que detém excelente conceito na sociedade, mas, se esta mesma sociedade está em apuros, por causa da má gestão pública ou por outras razões, não importa.
Publicado em 19/10/2007 às 12:56
Não tenho dúvida. Quem deve dar o tom da escolha dos candidatos a prefeito de Riachão do Jacuípe é o povo organizado. Por isso requeri da Mesa Diretora da Câmara uma Sessão Livre para discutir a sucessão municipal com representantes de associações e entidades da sociedade em geral.
Publicado em 02/10/2007 às 01:50
O próximo governo municipal já está sendo pensado por muita gente do meio político e pelo povo também. Mas, é muito grande a diferença entre o povo e os políticos, na hora de pensar as próximas eleições em Riachão do Jacuípe.
Publicado em 15/09/2007 às 16:42
Eles já começam a dar as caras e seus nomes estão pintados nos muros como propaganda de bens de consumo. Conheço alguns. São pessoas que não têm o hábito do estudo, mas isso por si só não é o que os desabilita a uma cadeira na Câmara, porque sei de muitos analfabetos que exercem melhor do que eles sua cidadania.
Publicado em 06/09/2007 às 22:56
As pessoas querem mais é sobreviver e, de preferência, com um sorriso nos lábios, fazendo festa. Isto, em parte, é positivo, em parte, é ruim. Ter uma população essencialmente pensativa e deprimida não é o que se quer.
Publicado em 26/08/2007 às 11:15
Pensando bem sobre a atual conjuntura política, em Riachão do Jacuípe, é possível compreender que as situações turbulentas que foram surgindo nessa administração resultam do fato de que chegou ao poder local um grupo que não poderia dar certo por uma razão muito simples.
Publicado em 10/08/2007 às 00:04
Faz muito tempo que eu percebo quanto a desinformação prejudica a autonomia das comunidades em Riachão do Jacuípe, além de empobrecer a capacidade de desenvolvimento humano no município como um todo. Por isso, acredito que cabe aos chamados formadores de opinião o papel intransferível de examinar a realidade, especialmente no que diz respeito ao interesse público, a fim de levar ao povo a verdade dos acontecimentos.
Publicado em 28/07/2007 às 14:50
Toda a atividade legislativa da Câmara de Riachão do Jacuípe ainda é muito desconhecida. Não existe, no município, a cultura de acompanhar os passos daqueles que são eleitos. Pensando nisso, logo no primeiro ano de Mandato, criei uma campanha chamada “Olho na lei”, que premiava com brindes os eleitores que fossem ao Legislativo conhecer os projetos em trâmite e as proposições aprovadas de todos os vereadores.
Publicado em 20/07/2007 às 19:27
Eu era apenas um jovem da Igreja que se compadece com o sofrimento das massas e defende o direito dos pobres. Defender o direito dos pobres como simples cidadão não incomodava muito alguns daqueles que possuem maior poder aqusitivo, nesta cidade, porque, como simples cidadão, um defensor dos pobres pouco pode fazer. Não conhece por dentro os contratos problemáticos de particulares com a prefeitura, não pode fazer requerimentos, pedindo explicações, etc.
Publicado em 16/07/2007 às 20:25
Sei que muitas pessoas até hoje não compreendem bem por que razão defendi o afastamento do prefeito pela Câmara. Eu poderia dizer que fiz isso porque havia elementos suficientes para cassação, e ponto final.
Publicado em 11/07/2007 às 09:02
Nestes dois anos de Mandato Popular muita coisa aconteceu. De tudo, o mais significativo é poder sentar a cada dois meses com representantes de comunidades e associações e partilhar aquilo que acontece no Poder Público. Muitas vezes as pessoas simples ficam surpresas e gratas por poderem ver como funciona por dentro o Legislativo Municipal.
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