Por Leandro C. S. Matos
Publicada em 29 de October de 2007 às 20h29
Sessão livre discutiu rumos para Riachão do Jacuípe.
Imagens da sessão livre
Em discurso de abertura, o vereador e o autor do requerimento solicitando a sessão,José Avelange, alertou sobre a importância de discutir um governo municipal junto à sociedade civil, e nomeou a sessão como ponto de partida para tal.
Fizeram uso da palavra, antes do público, alguns vereadores e lideranças políticas municipais. Mais ou menos na mesma linha, o vereador Mundinho Ok (DEM) e a vereadora Anaivânia (PP), disseram que era preciso ouvir as pessoas e a sociedade, evitando assim, no futuro, gastos inadequados dos recursos públicos.
O PR, representado por Milton e José Filho, na tribuna, reivindicou maior responsabilidade do poder público e pediu à população que o debate não parasse; continuasse nas ruas, nas praças, nas associações. Criticou também a ausência de alguns vereadores.
Representado por assessores de deputados, e por Raimundo da Caixa, o PT falou em conhecer os problemas, em discutir o essencial e de procurar candidatos com passado na vida pública e nos movimentos sociais.
Entre os convidados da platéia em geral, as propostas e queixas ficaram por conta da distância entre o poder público e as pessoas, a dificuldade de estabelecer o diálogo, da falta de responsabilidade com o dinheiro público, da ausência do lazer e da educação. Notável, de algum modo, a descrença de alguns, principalmente os mais velhos, no poder público.
O vereador Nem de Aureliano falou atrasado, já que chegou após os discursos dos demais representantes políticos. Apontou a necessidade de mudar e de melhorar.
A sessão teve fim pouco depois do meio-dia, deixando um documento que foi assinado pelos presentes. Fora o atraso e algumas ausências, as freqüentes passagens dos carros de som frente a Câmara, foram dos problemas que mais atrapalharam a sessão.
Os vereadores Carlinhos e Marquinhos, ambos do DEM, justificaram ausência.